Garry Kasparov,duelou com o "Deep Blue' , um super computador criado pela IBM para jogar xadrez utilizando processadores capazes de analisar 200 milhões de posições por segundo. Ganhando as duas primeiras, Kasparov mostrou ao mundo a genialidade do ser humano e sua capacidade de improvisar de acordo com o momento, utilizando a criatividade como diferencial, coisa que a maquina não faz (ainda).
Tendo esse duelo Homem x Maquina como exemplo observou a importância da criatividade. De acordo com Torrance (1965), "criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências e identificar a dificuldade, buscando soluções formulando hipóteses " , e o Brasil sendo um pais ainda em crescimento nota-se que o povo cria métodos criativos para driblar as dificuldades e isso acaba incorporando na personalidade do Brasileiro. Um grande exemplo são os jogadores de futebol que usam o improviso como opção de jogada, esse atributo peculiar do Sul-americano é muito valorizado na Europa mas ultimamente está se perdendo dentro de campo e vem sendo muito criticado apos a goleada do Barcelona sobre o Santos no Mundial de Clubes da FIFA.
Acredito-me que temos sim que evoluir no futebol, porem sem deixar nossa principal característica de lado. O futebol da Espanha realmente está foda, mais não podemos esquecer que 2010 (África) foi sua primeira copa, o Barcelona tbm é um timaço, mas esse só foi o segundo Mundial (são Paulo tem 3), e jogar um campeonato nacional que só tem dois times de moral é mole. Nós somos penta, temos historias e excelentes jogadores e sempre foi assim , outras seleções ganham copa e somem mas o Brasil tá sempre em alta, somos o pais do futebol e não é pq o 10° colocado do Brasileirão perdeu tudo está errado.
Na antiguidade, a criatividade era vista como parte da natureza humana, um dom divino, um “estado místico de receptividade a algum tipo de mensagem proveniente de entidades divinas. Vc percebe isso somente vendo nosso futebol e por isso vou continuar com minha teoria msm que os 'estudiosos" digam que o drible não deve ser utilizado em uma partida, argumentando que as firulas tiram a rapidez que o futebol moderno exige. Parece que até os jogadores estão sendo levados por esse tipo de pensamento e poucos arriscam hj em dia. Quando fazem um lance desconcertante são advertidos pelos seus adversários que não se conformam de serem driblados.
Penso o contrário. Com os times igualados tecnicamente e com a forte marcação, os dribles são essenciais. Muitas vezes, um único drible desarma todo o sistema defensivo. A finta é um lance mágico, e o torcedor vai ao estádio para desfrutar a verdadeira arte do futebol. Outro motivo para o número de dribles ter diminuído está no fato de que os pontas não existem mais. Esses jogadores, que jogavam perto da lateral do campo, tinham que ter uma habilidade incomum para em um espaço restrito conseguir driblar o zagueiro e chegar à linha de fundo. Muitas vezes, um único drible não era suficiente para se livrar do marcador. Assim, o extrema dava várias pequenas fintas, para finalmente conseguir deixar o marcador batido.
Leo Manza
"criatividade representa a emergência de algo único e original" (Anderson, 1965)
Ultimamente eu to deixando aa coisas rolarem. To seguindo o fluxo da vida naturalmente, cumprindo as regras socias e as vezes nem consigo pensar, muito menos duvidar de alguma coisa. Será que isso é bom? Foda-se ... Acho que o piloto automatico erra menos.
Eu como militar imagino a felicidade do soldado que gravou esse vídeo, ele fica eufórico, grita e até arranca a "botina" de KADAFI pra levar como souvinir. Deve ser muito foda participar da caça e captura do seu ex ditador, ainda mais sendo um filha da puta que ficou no poder por mais de 40 anos. Imagina isso aqui ... o povo entrando em Brasília e arrebentando a porra toda no congresso, enforcando os corruptos, mensaleiros e fichas sujas. Não ia sobrar ninguém mais pelo menos ia acabar de uma vez por todas com a sacagem de falsa "democracia" que a gente vive. Ah mas deixa prá lá ... nós brasileiros podemos comprar uma tv grande em milhões de prestações e ver a novela e o futebol, e ainda ver o faustão domingo ! e assim tá bom ... um dia isso vai melhorar , somos o pais do futuro !!!
Assista ao video gravado por um rebelde no momento da captura.
Existem várias formas de viajar "de cara", uma delas é com a Arte. Com ela podemos adentrar no universo de um determinado assunto, estimulando muito a imaginação. Tenho como exemplo os livros de realismo, que buscam uma linguagem clara e trazem uma grande riqueza de detalhes, obrigando o leitor a configurar personagens e situações em suas cabeças. Diferente da televisão que já traz a cena "mastigada", com figurinos e cenários prontos e o telespectador passa a ser passivo e apenas vegeta em frente a TV.
Com esse pensamento, resolvi escrever sobre a música Xica da Silva de Jorge Ben Jor, que além da narrativa histórica e uma harmonia gostosa, agrega "milhões" de detalhes da época e da personalidade da escrava, coisa que não se vê todo dia. Nessa letra, Jorge conseguiu descrever perfeitamente uma das personagens mais populares na história do Brasil, dando possibilidade ao ouvinte de navegar pelo século XVIII e conhecer uma mulata/escrava totalmente excêntrica em que a vida parecia um conto de fadas tupiniquim.
Francisca da Silva de Oliveira, ou simplesmente Chica da Silva (1732-1796), nascida no Arraial do Tijuco, atual Diamantina MG, mulata formosa e prendada esteticamente, era filha do português António Caetano de Sá e da escrava Maria da Costa. Foi escrava de um sargento-mor, do qual teve um filho depois foi propriedade do Padre Rolim, Inconfidente Mineiro, até ser alforriada por este, a pedido do novo Contratador de Diamantes, João Fernandes de Oliveira com o qual passou a viver sem nunca terem se casado oficialmente.O casal teve 13 filhos e todos registrados com o nome do pai , algo raro para época. Os amantes separaram-se em 1770 após 15 anos, quando João Fernandes necessitou retornar a Portugal para receber os bens deixados pelo pai. Apesar de ser uma concubina, Chica da Silva alcançou prestígio na sociedade local e usufruiu das regalias privativas das senhoras brancas. Faleceu em 1796, foi sepultada dentro da igreja de São Francisco de Assis pertencente a mais importante irmandade local, um privilégio quase que exclusivo dos brancos ricos. Leo Manza
É muito comum homenagenspost-mortema pessoas que se destacaram na sociedade,
por outro lado é difícil valorizar quem ainda está vivo. Acredito que seCazuzaestivesse vivo estaria
"esquecido" comoNey
Matogrosso, e se o avião dosMamonas
Assassinas não tivesse caído estariam sumidos como osRaimundos.
Pensando nisso resolvi nadar contra a maré
e falar de um dos melhores meias que o Brasil já teve e tem: Rivaldo
Vítor Borba Ferreira, isso mesmo, oRIVALDO!
Um dos jogadores Brasileiros mais injustiçados. Ele que foi Campeão em vários
clubes gigantes ePenta
Campeão Mundialpela Seleção,e mesmo assim nunca foi o
queridinho da mídia, credito isso a falta de habilidade com o microfone e a seu
perfil como jogador, que muitos acham feio.
Relativo a isso, lembrei de um amigo de
infância que tive, o Daniel. Até hj meu irmão fala que ele era o melhor que
havia visto jogar. Com estatura alta e magro, diferente dos padrões de um
meia-atacante, um pouco sarará e com as pernas tortas, que estranhamente o ajudavam
no domínio da bola, jogava bem em qualquer lugar, da grama ao barro, e
esculachava. Era estilo Rivaldo, com uma categoria diferenciada que só temos em
terra dourada. O biótipo sarará do Daniel era a mistura de raças que ele
conseguia expressar em campo. Ele juntava a força do negro com a leveza do
branco e o resultado era um futebol rápido e eficiente e acima de tudo com
qualidade.
Acredito
que os que não gostem do jeito doRivaldo,
são os que acham que um meia-atacante tem que ser baixinho e veloz como os
argentinos, vangloriam o Messi e esquecem que somos um país-continente
totalmente miscigenado e temos a sorte de ter jogadores de todos os estilos,
inclusive um magro da perna torta que se curva quando chuta, que tem melasmas
no rosto, consequência da exposição solar, possivelmente por jogar muita bola
na rua, tipicamente brasileiro, diferente dos "boleiros" metrossexuais
da Europa. E comigo não tem essa "da grama do vizinho ser mais verde”,
sei valorizar o que temos, eu to falando de ....RIVALDO !!!
Leo Manza
UM "POUCO" DE SUA HISTÓRIA:
Campeão Paulista e Brasileiro peloPalmeiras(sendo vice -artilheiro do
campeonato), depois partiu proLa Coruñapara
substituir Bebeto, deixando o time em 3° lugar no campeonato, de lá foi proBarcelonapra substituir nada menos do que
Ronaldo (Fenômeno), sendo Campeão Espanhol em 98 e 99, Copa do Rei, Supercopa Europeia
e entrando para a lista dos maiores jogadores da história da equipe. Ganhou
títulos peloMilan,
como a Liga dos Campeões, Copa Itália e Supercopa. E não podemos esquecer daSeleção
Brasileirapela qual ele
ganhou a Copa das confederações 97, Copa América de 99 (2 gols dele na final
contra o Uruguai) e liderou oBRASILno
Famoso PENTA, Chegou às semifinais tendo marcado em todas as partidas e foi
fundamental nos 2 gols de Ronaldo na final contra aAlemanha. Além de ter sido eleito omelhor jogador do mundoem 99 pelaFIFA.
A palavra Carioca tem duas versões, a primeira
diz que é oriunda do Tupi akari (cascudo) + oka (casa),
"casa de cascudo". No século XVI, os índios Tamoios que dominavam a
Baía de Guanabara apelidaram os portugueses de akari (cascudos)
devido ao fato de as armaduras dos portugueses se assemelharem às típicas
placas que revestem esse peixe. Com a segunda expedição portuguesa à baía de
Guanabara, em 1503, foi construída na atual Praia do Flamengo, uma casa de
pedra que os índios tamoios chamaram de akari oka, "casa de
cascudo".
O rio que corria próximo a essa casa passou a ser chamado de rio da Carioca
ou, simplesmente, rio carioca.
Rio Carioca
A segunda teoria, a que acho mais "vero" é que vem do tupi
kari’oka que veio da junção de kara’iwa (caraíba ou homem branco) e oka (casa),
portanto, era a de “casa de branco” feita de pedra e cal que os índios até
então não conheciam. As primeiras casas que foram chamadas de carioca foram
construídas na praia do Flamengo em 1503 ao lado da foz de um rio de água
límpidas, chamado Tijuca.
Na época, era uma das únicas fontes de água doce da cidade, pela qual
lutaram portugueses, franceses e índios. Um tempo depois, o rio ficou conhecido
como Carioca. As águas do rio tiveram um papel muito importante para o
progresso da cidade. Devido a essa importância, com o tempo, o nome passou a
ser dado aos nascidos na cidade. No início do século 19, o termo tinha um sentido
ruim e disputava com “fluminense” o adjetivo que denominaria os moradores do
Rio de Janeiro. Carioca acabou se popularizando e hoje diferenciamos o
habitantes da cidade do Rio de Janeiro, os cariocas, dos habitantes do estado
do Rio de Janeiro, chamados fluminenses.
Hoje recebi um Correio eletrônico que falava em não colaborar com o projeto Criança Esperança , e um dos motivos era o nível de impostos cobrados no Brasil ! Achei errado essa corrente negativa, logo eu que sempre achei complicado ajudar os necessitados, isso pq já vi muito 171 nas ruas e descobri que a maioria é o próprio culpado do seu "insucesso".Mas tbmacho ignorância virar escravos das ideias, pois somos frutos do meio e esse meio nos ensina a cada dia uma coisa diferente.
Como já dizia Fernando Pessoa: "Não tenha opiniões firmes nem creia demasiadamente no valor de tuas opiniões", misturando esse ditado com minha experiência de seis meses no Haiti, vi que há no mundo pessoas realmente necessitando de ajuda e outras que querem muito ajudar. Fiquei feliz em saber que elas são unidas e organizadas e prestam um bom serviço aos verdadeiros miseráveis lá.
Sou testemunha ocular de ajudas humanitárias em campos de desabrigados em Porto Príncipe, dentre varias ONG´s posso destacar uma que ta presente nas entranhas da miséria Haitiana, nos locais onde só os militares entram, fiquei surpreso em conhecer o trabalho da UNICEF.
A UNICEF coordena uma rede de distribuição de água, monta banheiros comunitários e organiza os moradores em funções. Um trabalho que é feito aqui no Brasiltbm mas em um nível diferente, na parte de inclusão social, da educação,etc. Discordo com o Email e acredito que nem todos tem disposição nem dom pra trabalhar com isso, mas podemos ajudar com que está ao nosso alcance , doando uns trocados pelo telefone. As pessoas dão tanto dinheiro nas igrejas e não vejo retorno pra sociedade, vejo só templos de mármores cada vez maiores sendo inaugurados todos os dias !
Campo de desabrigados Jean Marie Vincent, Porto Príncipe - Haiti. 2010